Ela cria então espaços de convivência, alguns mais restritos a sua função, outros que não possuem uma função específica, proporcionando assim espaços que são capazes de abrigar vários tipos de atividades. Por serem grandes, pode acontecer de várias atividades se realizarem ao mesmo tempo, proporcionando uma grande troca cultural.
A parte que foi feita uma adaptação de um galpão industrial, é voltada para a parte cultural da programação do Sesc. Ao entrarmos nessa parte do projeto, nos sentimos acolhidos, e não deslocados devido a sua grande dimensão. Ela eleva as partes que possuem funções mais restritas e necessitam de uma maior privacidade, mas ao mesmo tempo quem esta na região superior consegue visualizar o que acontece embaixo.
Ao contrário do galpão que é mais horizontal, ela faz o projeto voltado para parte de esportes totalmente verticalizado, que apesar de possuir um escala monumental ele consegue se relacionar com o usuário a medida que são criadas as rampas que permitem o deslocamento e a ligação entre os edifícios. As aberturas criadas nesse edifício também faz uma relação do usuário com o meio externo, elas permitem a visão da cidade de vários ângulos, colocando o usuário em contato com o meio externo.
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